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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

30 de Setembro, DIA DA SECRETÁRIA



Ser Secretária (o) Paroquial se difere de outras categorias na área do secretariado. Não existe uma formação acadêmica específica para esta categoria. Porém, exigisse na prática noções de conhecimentos globalizados. Nossa função passa a identificar-se com a doutrina da igreja, tornando-nos agentes missionárias (os) na implantação de mudanças administrativas, pastorais e outras.
As (os) Secretárias (os) Paroquiais são canais dinâmico no fluxo de informações diminuindo distância no relacionamento do individuo e a igreja,
Nós dignificamos, valorizamos e respeitamos nossa profissão. Gostamos de fazer a diferença.
Aos amigos paroquianos agradecemos o carinho e o respeito que tem por nós. Aos nossos chefes obrigado pela paciência e pelas oportunidades de proporcionar o nosso crescimento profissional e pessoal, nos permitindo participar das formações embora ainda sejam poucas. As (aos) nossas (os) colegas secretárias (os) PARABÉNS!!! Ser secretária(o) Paroquial é ser MISSIONÁRIA

VALOR MERECIDO
Sabemos que a paróquia, não é um local para ascensão profissional, está longe de ter o glamour das grandes empresas, pois ainda não premia com bônus ou viagens seus colaboradores, nem tem um plano de carreira que estimule o crescimento. O que então pode tornar feliz um (a) colaborador (a) desse departamento na Igreja? Seu interesse pelas pessoas e seus dramas. Poder auxiliar com informações e ou orientações a diversas pessoas em seus momentos limites, sejam estes de felicidade ou de profunda tristeza. A oportunidade de relacionar-se com crianças, adolescentes, jovens e idosos. Ter a possibilidade de contato com pessoas de diferentes níveis sociais e o principal sentir-se bem por estar unindo à sua profissão a missão de todo batizado – Ide e anuncie a Boa Nova. Uma profissão privilegiada que merece ser exercida com dignidade e competência.

Fonte : Silbene Monteiro

sábado, 5 de setembro de 2009

O MÊS DA BÍBLIA



Aqueles que leem a Bíblia progridem na vida do Evangelho
A Palavra de Deus está sempre ao alcance da mão e do coração de quem segue a Deus. E por moção do Espírito Santo, a Palavra vai transformando o coração das pessoas e moldando a comunidade cristã. É claro, supondo um coração aberto, como de discípulo diante do mestre.
O profeta Jeremias fez uma experiência profunda: nas mãos de Deus sentiu-se como um vaso de barro nas mãos do oleiro.
As famílias, os grupos e as comunidades que leem a Bíblia de fato progridem na vivência do Evangelho, em unidade com a vontade de Deus e na comunhão fraterna. A Palavra meditada impulsiona as pessoas a superar o pecado e o azedume, causando certa plenitude espiritual com uma aura de paz e de alegria.
É o encantamento espiritual, a força interior, a capacidade de passar imune pelas tentações que nos rodeiam.
São Francisco de Assis, um dos grandes revolucionários da humanidade, apregoava a vida fraterna em meio ao egoísmo; a vida em Deus, mesmo em meio ao prurido da carne e do consumismo; a alegre adesão à vontade de Deus, vencendo o orgulho e a sede do poder. Quando se chega a uma fraternidade assim, logo se capta o perfume do Evangelho.
Por pedagogia, destinamos o mês de setembro a conhecer a Bíblia.
Aliás, primeiro a ter a Bíblia em casa. Depois, a lê-la diariamente. Aprender a meditá-la diante de Deus, num coração orante.
A família aprende a acolher de modo afável seus membros: os pais se relacionam de modo afetivo com os filhos, como Deus, com Seu povo. Os filhos, por sua vez, acolhem os pais de modo pacífico, criando um ambiente sereno e alegre. É o encantamento da família.
É neste ambiente que germinam as vocações cristãs, que se alimentam ideais generosos e se superam obstáculos à felicidade.

Seja feliz! Conheça, leia e medite a Palavra de Deus.

Não espere que os outros mudem. Mude você!

Não deixe que a mágoa, a raiva, o ódio e o ressentimento cresçam e façam mal a você. Sabe como eu faço para isso não acontecer? Luto para não alimentar o mal. Clamo pelo Sangue de Jesus constantemente, pelo poder das Suas cinco chagas sobre mim, pelas pessoas e situações.

É fundamental rezar intensamente por aqueles que nos agridem, pedindo a Deus que os abençoe. É importantíssimo abençoá-los e louvar por aquilo que essas pessoas são e representam. Os demais nem precisam perceber que estamos em oração, basta pedir a Deus a graça de olhar as pessoas nos olhos com os olhos d’Ele. Assim, o nosso coração ama e expressa amor.

Quando descobrimos qualidades nas pessoas, neutralizamos o mal, passamos a enxergá-las com outros olhos e o amor nos vence. De maneira alguma devemos ressaltar os defeitos de quem quer que seja, pois todos trazemos traços do rosto de Deus Pai. Precisamos ressaltar o bem no outro.

Nunca espere que os outros mudem! Mude você! Ao mudarmos para melhor, as coisas começam a se modificar dentro de nós e as pessoas à nossa volta também!.

FONTE: LUZIA SANTIAGO

Sob a sombra da Cruz Cristo

Uma Palavra Viva. Essa é a diferença da Sagrada Escritura quando é proclamada. Esta Palavra quando é proclamada, especialmente na Santa Missa, por um ministro da Palavra, ela se atualiza.

Rezamos: "Deus do universo, fonte de todo bem, derramai sobre nossos corações todos amor e estreitai os laços que nos unem". A Liturgia pede o aproximar de muitos dos cristãos que foram afrouxando.

Toda história de salvação, desde a origem, foi, é e será um esforço de Deus de se aproximar de nós, que não se contentou com um relacionamento frouxo, distante. Deus se encarnou, cresceu entre nós. Num sábado, Ele andou no meio das plantações e pode estar andando hoje no meio de nós.A Cruz de Cristo é o acontecimento central da nossa fé. Não é objeto de decoração, não é amuleto. É acontecimento, é realidade. Cristo não subiu na cruz para fazer enfeite, mas para apertar laços em nós. Não se salva casamento ou se cria filhos sem esforço. É preciso "apertar".

É necessário, é imprescindível, assumir que vida cristã não é coisa para frouxo! Estamos acostumados com o que não é necessário, mas, que enche o bolso, os olhos e promove inveja do que está ao seu lado. Um mundo da subjetividade só se gera cristão frouxo. Eu não quero te apresentar um Cristo estilizado, mas, um Cristo que morreu na cruz. Uma mulher que diz: "Eu sou católica, não vou à Missa, não me confesso faz um tempo, não concordo com um monte de coisas na Igreja..." não é católica!

"É necessário que permaneceis inabaláveis e firmes na fé". Tem muito tempo quer não sabemos o que é ser firme e inabalável. O que vemos por aí são cristãos frouxos e moles. Ninguém ressuscita se não morre.


Cristão frouxo quer se "sentir bem" em alguma igreja. "Seu lugar é na Igreja Católica apostólica romana". A firmeza é para o momento da dificuldade. "Aguenta firme", como o monsenhor Jonas nos ensina. Quanta gente é estrangeiro da própria fé, da própria pátria, da própria fé! Qual é esperança que Evangelho ensina? Não é esperança do "eu me sinto bem". E a esperança da cruz! Olha pra cruz de Cristo!Tem muito cristão indo em muitos lugares onde não se fala mais da cruz de Cristo.

Cuidado com caminhos que você tem feito, pode ser que eles não estejam te levando para o Céu. Venha a moda que vier, permanece a cruz de Cristo.Há quanto tempo que somos católicos descompromissados com a cruz. Você está querendo mudança de vida? Quer resgatar idéia de que esta terra é Terra de Santa Cruz? Então comece pela sua vida.Não vou me preocupar se querem tirar crucifixos das repartições públicas. Vou me preocupar com cristãos que tiraram cruz das suas próprias vidas!

O cristão encarna na própria vida os mistérios da cruz porque minha força vem dali! A cruz é escola de Cristo para o cristão.

Se você continuar a viver "mais ou menos" daqui dez anos seu filho vai querer ser cristão? O pai tem obrigação de ensinar o que é bom. Não dá para esperar filho creser para ensinar o que é bom.

A Palavra tem poder de mudar quando abrimos o coração!
FONTE: Padre Fabrício
Sacerdote missionário da Comunidade Canção Nova

Ano Catequético Nacional



A educação da pessoa na fé



Estamos vivendo em um mundo cada vez mais descristianizado em face do constante materialismo que toma conta de toda a estrutura da sociedade. Há um constante apelo da mídia para que o homem se torne cada vez mais loucamente um ser consumidor, quer de bens materiais, quer da indústria do lazer, quer, também, de uma cultura dirigida sempre para o mundo material e hedonista. Já não temos mais grandes pensadores cristãos que influenciem as abaladas estruturas de nossa sociedade.

A preocupação da Igreja no Brasil, em consonância com o “Documento de Aparecida” proclamou na sua 44ª Assembleia Geral dos Bispos, realizada em 2006, que o ano de 2009 é o Ano Catequético Nacional. O propósito dessa iniciativa é que a catequese se torne caminho para o discipulado. Com esse objetivo se pretende impulsionar e dinamizar toda a caminhada pastoral da Igreja: dioceses, prelazias, paróquias, comunidades, pastorais e movimentos.

Os bispos, os párocos, primeiros responsáveis pela catequese, juntamente com os agentes de pastorais leigos, de modo especial, os catequistas, são conclamados a dinamizar as atividades propostas para este evento, ao longo do ano, cujo ponto alto se dará com a realização da 3ª Semana Brasileira de Catequese.

O Catecismo da Igreja Católica (CIC), referindo-se à Encíclica “Catechesi Tradendae”, define a catequese como “educação da fé das crianças, dos jovens e dos adultos, a qual compreende especialmente um ensino da doutrina cristã, dado em geral de maneira orgânica e sistemática, com o fim de os iniciar na plenitude da vida cristã” (cf. item 4, do prólogo do CIC).
Ao lado desse objetivo, digamos pessoal, a catequese deriva para o anúncio do Evangelho ou pregação para suscitar a fé, buscar as razões de crer, concretizar experiências cristãs, celebração dos sacramentos, integração da comunidade eclesial e, especialmente, vir a ser testemunho apostólico e missionário (idem, idem, item 6).
Proclamado o Ano Catequético como caminho para o discipulado, pretende-se que esse serviço eclesial se torne um veículo eficiente de uma nova evangelização de toda sociedade, hoje, como dissemos, marcada pelo materialismo e, principalmente, para um mundo que procura prescindir de Deus e dos valores evangélicos.

Deus, com efeito, infinitamente perfeito e feliz em si mesmo, em uma explosão do amor intratrinitário, criou livremente o homem, objetivando que este participasse da sua vida bem-aventurada. Sempre, por muitos sinais, o Senhor procura estar sempre ao lado do homem, chamando-o a conhecê-Lo e a amá-Lo com todas as forças. Dispersos pelo pecado, todos os homens são chamados para a unidade da Sua família. Faz isso, especialmente, através de seu Filho, Jesus Cristo, que foi enviado a essa nossa terra, como Salvador e Redentor e n'Ele e por

Ele, convocando-os a se tornarem – no Espírito Santo – Seus filhos adotivos e, consequentemente, herdeiros da sua vida bem-aventurada.
Para que esse chamado ressoe e tome conta de toda a terra, Cristo enviou discípulos escolhidos, dando-lhes um ordenamento: “Ide, fazei que todas as nações se tornem discípulas, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mateus, 28, 19-20). Esse mandado do Senhor também se dirige a todos os cristãos de hoje e de todos os tempos.

O grande esforço catequético, segundo o texto básico da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), vem centrado na iniciação à vida cristã, no discipulado missionário, à luz do itinerário dos discípulos de Emaús (cf. Lucas 24,13-35).

Esse texto está organizado em três partes, seguindo o método ver-julgar-agir, resgatado e valorizado no Documento de Aparecida (DAp 19) e presente também no Diretório Nacional de Catequese (DNC 157).
A primeira parte refere-se ao encontro com o Ressuscitado: “Aprender, caminhando com o Mestre”; a segunda parte se fundamenta na palavra do ressucitado: “Aprender ouvindo o Mestre”; e a terceira dá ênfase à missão: “Aprender, agindo com o Mestre”. Note-se, por fim, segundo o texto do apóstolo Mateus, que o mandado do Senhor é no sentido de que as nações se tornem discípulas aprendendo a observar aquilo que os apóstolos aprenderam dos ensinamentos de Jesus e, assim, a missão pressupõe a catequese, ou seja, o aprendizado de tudo o que foi ensinado pelo Senhor.


Dessa forma, com efeito, a catequese é o caminho para o discipulado e, uma vez discípulo, o cristão se torna um agente efetivo da Evangelização do mundo e cumpre o mandado do Senhor: Ide, fazei discípulos, batizando e ensinando a observar o que o Senhor ordenou.
Fonte: Dom Eurico dos Santos Veloso

As armas contra o inimigo


O demônio tenta nos enganar de várias maneiras


Muitos cristãos, ao tomarem a decisão de seguir ao Senhor, pensam que vão ter uma vida mais tranquila. Mas a verdade é o contrário, pois o demônio não tem interesse em atacar os que não são seguidores de Cristo. Até mesmo os santos foram perseguidos.

O interesse do maligno é colocar obstáculos na vida daqueles que decidiram seguir o Senhor.
Isso não é motivo de nos levar a uma crise. Não temos motivo para temer o inimigo, pois ele já foi derrotado. O demônio é que tem de ter medo de você, e a razão é simples: nós somos filhos e filhas de Deus, herdeiros do Reino.

O maligno tem muita raiva, porque aquilo que foi dado a ele uma vez, agora é dado a nós. Ele tenta nos enganar de várias maneiras, mas tem uma técnica que ele usa frequentemente para nos atacar: é o desânimo, o desencorajamento. O desânimo não vem de Deus, sempre vem do inimigo, daquele que nos faz desistir de ir em frente.

Vamos olhar para São Pio de Pietrelcina. Quando um analista do Vaticano disse que ele era um psicopata, este santo entrou numa crise tremenda. Ele olhou para seus estigmas e se questionou se tudo era falso. Madre Teresa de Calcutá, no seu leito de morte, também viveu uma grande crise ao sentir o amor de Deus longe dela. O bispo teve de enviar um exorcista até ela e convencê-la de que aquele sentimento não vinha de Deus.
É muito normal que também nós vivamos esses momentos de crise. Seguir Jesus num momento de entusiasmo é fácil, mas continuar O seguindo nos momentos de sofrimento é difícil.

O inimigo virá tentá-lo quando você estiver se sentindo fraco, cheio de medos, com raiva, ansiedade, tristeza. É nosso papel lutar contra essas táticas que ele usa para nos desanimar. A tática que ele também utiliza é nos apresentar meias verdades, porque o demônio é um mentiroso, enganador, trapaceiro. Ele nos apresenta algo que parece muito bom, quando, na verdade, é muito ruim.

O maligno diz que por causa dos seus pecados, você não consegue fazer nenhuma tentativa para ser mais santo. Muitas vezes nós pensamos que as tentações são somente relacionadas ao sexo, à raiva, aos sentimentos de ódios. Essas são grandes tentações. Mas temos de estar atentos a uma grande tentação que é não fazer a vontade de Deus.

O inimigo faz de tudo para que nós saiamos do caminho da vontade do Senhor. Ele ousou tentar Jesus a desobedecer ao Pai, quando O levou ao alto do monte e mostrou-Lhe as cidades, dizendo que elas pertenciam a Ele [Jesus]. A tentação do inimigo a Cristo era muito atraente. O Pai dizia para o Filho ir para a cruz e o inimigo pedia que Ele desobedecesse ao Pai e tomasse posse daquelas cidades. Mas Nosso Senhor Jesus Cristo diz: “Afasta-te de mim, satanás. Eu adoro somente ao Pai”.
Irmãos e irmãs, será uma luta até o fim de nossa vida, mas se nós usarmos as armas não precisaremos ter medo nenhum. A primeira arma é a Eucaristia. O inimigo treme diante da Eucaristia, porque ela é sinal de humildade. Jesus quis, por um momento, aniquilar a Si mesmo, entrando nas espécies do pão e do vinho para ficar perto de nós.

Uma outra arma forte contra o inimigo é o Sacramento da Confissão. Este sacramento é mais poderoso do que a própria oração do exorcismo.
Momentos de desânimo podem acontecer em nossas vidas. Quando isso acontecer se agarre a Virgem Maria.

Um jovem teve uma visão na qual ele precisava construir uma barco para atravessar o oceano. Enquanto ele construía este objeto as pessoas diziam que ele não iria conseguir e que ele não conseguiria vencer a fúria do mar. Até que aquele rapaz terminou de construí-lo e começou a remar em direção à longa jornada no oceano. Mas um amigo disse a ele: “Meu amigo, tenha coragem. Seja forte!” E aquele jovem olhou somente para aquele homem que estava dando força para que ele continuasse. E toda vez que ele sentia o desânimo se aproximar ele se lembrava daquelas palavras do amigo.

Muitos poderão nos chamar de doidos, de loucos, mas há uma Maria que está gritando em nossos ouvidos: “Boa viagem! Não tenhais medo do inimigo. Não desanimem porque a vitória é nossa. Uma vez que Jesus Cristo derrotou o inimigo, com o Senhor nós também o derrotaremos.” A Santíssima Virgem Maria nos diz hoje: “Eu estarei com vocês. Não tenham medo. Vão em frente. Vocês serão vencedores!”
Rogue pela intercessão da Mãe, clamando: Maria, nós cremos em Ti, porque Tu és nossa Mãe. Nenhuma mãe deixará o filho em perigo sem dar a ele uma mão, sem ajudá-lo. Maria, sabemos que Tu estás conosco, e por causa de Ti nos sentimos seguros.
Nossa Senhora nos diz: “Faça tudo o que Ele lhe disser. Vá em frente. Não desanime!
Lembre-se das palavras de Jesus: ‘Eu sou, porque nada é impossível para aquele que crê’”.
Fonte: Frei Elias Vella
Franciscano conventual